quarta-feira, 18 de outubro de 2017

O país sangra com a corrupção endêmica



PF investiga fraude em fiscalização do Inmetro a postos de combustíveis em Goiás
A Polícia Federal deflagrou na manhã da terça-feira (17) a Operação Pesos e Medidas, com o objetivo de desarticular um grupo criminoso que atuava no Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) no estado de Goiás.
De acordo com investigações iniciadas em 2015, fiscais do órgão recebiam propina durante a fiscalização feita em postos no estado, por conta da realização de testes de volumetria nos bicos das bombas de combustível. Ainda segundo a PF, os funcionários do Inmetro também recebiam propina para, a mando dos proprietários de alguns postos, fiscalizarem outros postos concorrentes.
Ao todo, 90 policiais participam da operação, para cumprir sete mandados de prisão preventiva e três mandados de prisão temporária nas cidades goianas de Anápolis e Goiânia, além de Brasília. Os mandados foram expedidos pela Justiça Federal de Goiás.
Os investigados foram indiciados e responderão pela prática de crimes de corrupção passiva, corrupção ativa e alinhamento de preços. As penas podem chegar a 12 anos de reclusão. Eles serão encaminhados à Superintendência da PF em Goiás e, de lá, serão encaminhados para o sistema penitenciário, onde ficarão à disposição da Justiça Federal.
Da Agência Brasil


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A arte de escrever bem


Escrever é uma necessidade vital, um fundamento sem o qual a comunicação perde em substância.
Os desafios do dia a dia exigem intensa troca de mensagens, seja nas redes sociais, seja nas corporativas: relacionamentos pessoais, correio eletrônico, elaboração de projetos e relatórios, participação em concursos e processos seletivos, negociações empresariais, tratados corporativos, convenções políticas, projetos literários... Tarefas que se tornam triviais, textos que se tornam mais adequados e elegantes quando as técnicas para a elaboração da redação criativa se encontram sob inteiro domínio. E não é só. Escrever está umbilicalmente vinculado à qualidade de vida, à saúde, ao bem-estar.
É o que comprova estudo realizado pela Universidade de Auckland, na Nova Zelândia. Os pesquisadores chegaram à conclusão que a prática da escrita atua na redução dos hormônios vinculados ao estresse, melhora o sistema imunológico, auxilia na recuperação do equilíbrio físico e emocional.  
Este livro disponibiliza uma exclusiva metodologia para a elaboração do texto criativo. Destina-se aos que tenham interesse em aprimorar a expressão através da escrita: trabalhadores e servidores públicos, gestores que atuam nos setores privado e estatal, empresários e empreendedores, lideranças políticas e sociais, professores e estudantes, sem perder de vista as pessoas comuns, o público em geral, porque qualificar as formas de interagir com o outro deve ser um objetivo estratégico acolhido por todos.     
A utilização da técnica ‘Moving Letters’ possibilita que a atividade ‘escrever bem’ se coloque ao alcance de qualquer um. O método, ancorado nos princípios do planejamento estratégico – de maneira gradual e progressiva – conduz o leitor pelos universos que podem levá-lo à carreira de escritor.  Caso a opção seja escrever um livro, por exemplo, a metodologia auxilia na definição dos temas, na estruturação das tramas, na caracterização das personagens, na coesão do enredo, na consistência dos conflitos, na lapidação do texto, desenvolvendo as habilidades necessárias para a elaboração da adequada escritura.
Fluência à escrita e qualidade à redação são as molas propulsoras que impulsionam o livro, são os objetivos possibilitados pela aplicação da metodologia. Como fundamento, um tripé harmoniosamente organizado: a linguística, a estruturação e análise do discurso e as técnicas de elaboração de textos criativos. 
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Um em cada quatro jovens vai abandonar o ensino médio até o final do ano


A cada ano, quase 3 milhões de jovens abandonam a escola no Brasil. É o que apontou o estudo Políticas Públicas para Redução do Abandono e Evasão Escolar de Jovens, elaborado pelo Ensino Superior em Negócios, Direito e Engenharia (Insper) e divulgado dia 17.
Ao final deste ano, um em cada quatro jovens entre 15 e 17 anos de idade vão abandonar seus estudos, não vão se matricular para o ano seguinte ou serão reprovados. Isso corresponde a um universo de 2,8 milhões de pessoas (27%), entre os 10 milhões de jovens estimados no país nessa faixa etária e que deveriam, de acordo com a Constituição, estar frequentando a escola.
Desse total de 10 milhões de jovens, cerca de 15% ou 1,5 milhão, sequer vão se matricular para o início do ano letivo. Do restante, entre aqueles que se matriculam, cerca de 7% ou 700 mil jovens vão abandonar a escola antes do final do ano. Além disso, cerca de 600 mil alunos (5%) serão reprovados por faltas, o que completa os 2,8 milhões de jovens que estarão fora da escola a cada ano.
Segundo o estudo, mais da metade desses jovens (59% do total ou cerca de 6,1 milhões) vai concluir o Ensino Médio com no máximo um ano de atraso. Além de todos os problemas que isso provocará para o futuro desse jovem e para o país, a evasão (ausência de matrícula no início do ano letivo) e o abandono escolar (desistência durante o ano escolar) dos jovens também implica em prejuízo econômico: cerca de R$ 35 bilhões por ano são desperdiçados no país por causa dessa realidade.
O estudo mostra ainda que houve uma estagnação na matrícula dos jovens entre 15 e 16 anos e que a porcentagem de jovens de 17 anos fora da escola cresceu 6 pontos percentuais nos últimos 15 anos, passando de 34% para 39,8%. Isso, segundo o estudo, contradiz uma tendência mundial: dados da Unesco apontam que 74% dos países avançam mais rapidamente na inclusão de jovens de 15 a 17 anos que o Brasil.
Os dados revelam que mais da metade das nações tem menor porcentagem de jovens fora da escola que o Brasil. Se manter este ritmo, o país levará 200 anos para atingir a meta estabelecida no Plano Nacional de Educação: universalizar o atendimento escolar para essa faixa etária – que, pelo plano, deveria ter sido concluída no ano passado.
Ensino médio
Dentre outras alternativas, o estudo propõe a criação de cursos profissionalizantes, um sistema de aconselhamento e práticas esportivas e artísticas Arquivo/Agência Brasil
Solução para o desengajamento
As principais razões para o chamado “desengajamento dos jovens”, segundo o estudo, estão associadas à pobreza e à dificuldade de acesso, tais como a falta de escolas na comunidade onde o jovem vive ou a falta de recursos para o transporte até a escola. Há também questões relacionadas à inadequação do currículo adotado, do clima escolar e da baixa qualidade dos serviços oferecidos pela escola.
Para reverter o quadro, o estudo propõe a criação de políticas públicas para diminuir o desengajamento como a garantia de acesso principalmente para aqueles que vivem em áreas rurais ou que têm alguma deficiência ou para jovens que cumprem pena privados de liberdade.
O estudo também propõe a criação de cursos profissionalizantes, um sistema de aconselhamento, práticas esportivas e artísticas, aumento das atividades à distância e flexibilização dos horários das aulas e do modelo de avaliação para ajudar a reduzir a evasão escolar.
O estudo Políticas Públicas para Redução do Abandono e Evasão Escolar de Jovens é organizado pela Fundação Brava, pelo Instituto Unibanco e pelo Instituto Ayrton Senna e está disponível no site Galeria de Estudos e Avaliação de Políticas Públicas, o Gesta.
Da Agência Brasil




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A arte de escrever bem


Escrever é uma necessidade vital, um fundamento sem o qual a comunicação perde em substância.
Os desafios do dia a dia exigem intensa troca de mensagens, seja nas redes sociais, seja nas corporativas: relacionamentos pessoais, correio eletrônico, elaboração de projetos e relatórios, participação em concursos e processos seletivos, negociações empresariais, tratados corporativos, convenções políticas, projetos literários... Tarefas que se tornam triviais, textos que se tornam mais adequados e elegantes quando as técnicas para a elaboração da redação criativa se encontram sob inteiro domínio. E não é só. Escrever está umbilicalmente vinculado à qualidade de vida, à saúde, ao bem-estar.
É o que comprova estudo realizado pela Universidade de Auckland, na Nova Zelândia. Os pesquisadores chegaram à conclusão que a prática da escrita atua na redução dos hormônios vinculados ao estresse, melhora o sistema imunológico, auxilia na recuperação do equilíbrio físico e emocional.  
Este livro disponibiliza uma exclusiva metodologia para a elaboração do texto criativo. Destina-se aos que tenham interesse em aprimorar a expressão através da escrita: trabalhadores e servidores públicos, gestores que atuam nos setores privado e estatal, empresários e empreendedores, lideranças políticas e sociais, professores e estudantes, sem perder de vista as pessoas comuns, o público em geral, porque qualificar as formas de interagir com o outro deve ser um objetivo estratégico acolhido por todos.     
A utilização da técnica ‘Moving Letters’ possibilita que a atividade ‘escrever bem’ se coloque ao alcance de qualquer um. O método, ancorado nos princípios do planejamento estratégico – de maneira gradual e progressiva – conduz o leitor pelos universos que podem levá-lo à carreira de escritor.  Caso a opção seja escrever um livro, por exemplo, a metodologia auxilia na definição dos temas, na estruturação das tramas, na caracterização das personagens, na coesão do enredo, na consistência dos conflitos, na lapidação do texto, desenvolvendo as habilidades necessárias para a elaboração da adequada escritura.
Fluência à escrita e qualidade à redação são as molas propulsoras que impulsionam o livro, são os objetivos possibilitados pela aplicação da metodologia. Como fundamento, um tripé harmoniosamente organizado: a linguística, a estruturação e análise do discurso e as técnicas de elaboração de textos criativos. 
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terça-feira, 17 de outubro de 2017

Campanha Natal sem Fome é retomada depois de 10 anos


A campanha Natal sem Fome foi relançada neste domingo (15) 10 anos depois de sua última edição. A tradicional campanha, promovida pela organização não governamental (ONG) Ação da Cidadania e criada em 1993 pelo sociólogo Herbert de Souza, o Betinho, tinha sido encerrada há 10 anos devido à redução da miséria no país.
Segundo o presidente do Conselho da Ação da Cidadania e filho de Betinho, Daniel de Souza, a ação foi retomada para que,o Brasil não retorne ao Mapa da Fome das Nações Unidas, no qual o país deixou de figurar em 2014. O mapa é um levantamento da Organização das Nações Unidas (ONU) que mostra onde vivem os milhões de pessoas que ainda passam fome no mundo.
Em julho, um relatório elaborado por cerca de 40 entidades da sociedade civil sobre o desempenho do Brasil no cumprimento dos 17 objetivos de desenvolvimento sustentável da ONU trouxe um alerta quanto ao risco de o país voltar a figurar no próximo Mapa da Fome.
Daniel de Souza disse que a campanha é  necessária por causa do aumento da pobreza e da vulnerabilidade social, que são o resultado da crise econômica que vem atingindo o país nos últimos anos. Ele ressaltou que todo mundo está sendo convocado para uma campanha que se pensava que nunca mais precisaria ser feita. "A gente se alegra com a solidariedade, com a disposição de todo mundo de participar, de arregaçar as mangas e de lutar contra a fome, mas, ao mesmo tempo, tem um gosto muito amargo porque achou que essa batalha a gente já tinha vencido”, afirmou.
A campanha inclui peças publicitárias na televisão, sites, redes sociais e outdoors. Iinfluenciadores digitais e artistas também estão se engajando no projeto.
A arrecadação de alimentos já começou. Quem quiser, pode alimentos não perecíveis aos postos de coleta, cuja lista está disponível no site da campanha. A entrega dos alimentos, que serão arrecadados em vários estados, será feita no dia 16 de dezembro aos que necessitam, por meio dos pontos de coleta de diversos parceiros e dos comitês da Ação da Cidadania.
Por causa da chuva na cidade, o evento de início da campanha, que incluiria uma mesa de um quilômetro, com alimentos, no Aterro do Flamengo, no Rio de Janeiro, foi adiado para o próximo domingo (22).

Da Agência Brasil


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Escrever é uma necessidade vital, um fundamento sem o qual a comunicação perde em substância.
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É o que comprova estudo realizado pela Universidade de Auckland, na Nova Zelândia. Os pesquisadores chegaram à conclusão que a prática da escrita atua na redução dos hormônios vinculados ao estresse, melhora o sistema imunológico, auxilia na recuperação do equilíbrio físico e emocional.  
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segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Fiscais encontram 118 crianças em piores formas de trabalho infantil em Roraima


O Grupo Especial de Combate ao Trabalho Infantil do Ministério do Trabalho encontrou, durante uma operação em Roraima, 118 crianças e adolescentes trabalhando em atividades listadas como algumas das piores formas de trabalho infantil, por serem prejudiciais à saúde e à segurança das crianças.
A operação foi realizada em feiras públicas, carvoarias e no aterro sanitário da cidade, onde foram encontradas 13 crianças trabalhando na coleta dos dejetos.
Pela gravidade da situação verificada no lixão onde as crianças foram flagradas nas atividades ilegais, o Grupo Especial optou pela interdição do local, emitindo pedido de providência imediata à Sanepav Ambiental, empresa responsável pela administração do espaço. Foram emitidos termos de afastamento imediato das crianças encontradas em situação de grave risco, além de 12 autos de infração relacionados às Normas de Segurança e Saúde.
Também foram inspecionadas as feiras livres do Pintolândia, dos Garimpeiros e dos Produtores. Em todas foi constatada a presença de crianças em atividade laboral. A operação foi finalizada hoje (11), com a apresentação dos resultados em uma reunião com autoridades locais.

Da Agência Brasil


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domingo, 15 de outubro de 2017

A jovem que leva tecnologia para o professor

Ana Paula Manzalli, de 28 anos, quer transformar a educação ao levar para as escolas uma plataforma que ensina matemática e se adapta à realidade de cada aluno (Foto: Julia Rodrigues/ÉPOCA)

Ana Paula Manzalli, de 28 anos, quer impactar escolas públicas com plataforma que ensina matemática aos alunos

A educação é uma arma poderosa para a transformação. Essa é a percepção de jovens como Ana Paula Manzalli, de 28 anos. Cientes da situação de desigualdade que a baixa qualidade da educação pública perpetua, esses jovens resolveram ser protagonistas na busca por mudanças nessa área. Eles não só idealizam o futuro, mas trabalham para levar educação de qualidade para as salas de aula. Ana Paula, por meio da tecnologia, projeta um futuro com acesso democrático a uma plataforma com tecnologia adaptada para a individualidade de cada aluno.
Seu primeiro contato com as salas de aula foi como professora voluntária de língua portuguesa para a comunidade carente. Naquele momento, Ana Paula conscientizou-se sobre um dos maiores problemas da educação básica no país: a precariedade da formação de professores. Nascida em São José do Rio Preto, foi para São Paulo com 18 anos, quando entrou no curso de jornalismo da Universidade de São Paulo. Com as aulas voluntárias de língua portuguesa, Ana Paula começou a apaixonar-se pela área da educação. Em pouco tempo, passou a trabalhar na Fundação Lemann, com uma iniciativa de tecnologia nas escolas.
Foi uma das responsáveis por levar a plataforma de aprendizagem de matemática Khan Academy para escolas públicas do país. O projeto fazia parte de uma iniciativa maior, chamada Inovação nas Escolas. No fim do ano passado, quando a instituição decidiu que esse programa já poderia andar sozinho e era hora de terceirizá-lo, Ana Paula se candidatou a assumi-lo. Hoje, além de continuar trabalhando diretamente com as escolas, também é empreendedora. Sua empresa, a Sincroniza Educação, ajuda escolas públicas a implantar tecnologia no projeto pedagógico e a formar professores – uma das maiores preocupações de Ana Paula. Com alguns cliques em um passo a passo na plataforma, a criança aprende a estudar determinada matéria – sem precisar acelerar o ritmo para acompanhar os outros alunos. Com essa ferramenta, o professor pode conhecer as dificuldades pessoais de cada um e indicar tarefas extras para melhorar o desempenho do aluno, de forma individualizada. 
Com menos de um ano de criação da empresa, cerca de 120 mil alunos já usaram a plataforma. A maior parte das escolas é marcada por contextos adversos. “Há escola que dispensa as pessoas mais cedo porque tem tiroteio agendado. Em outras, crianças não têm merenda”, afirma. “Quero que os alunos aprendam a fazer coisas que permitam que eles sejam o que quiserem.” Neste ano, foi aprovada em um mestrado especializado em educação na Teachers College, da Universidade Columbia, nos Estados Unidos, com bolsa da Fundação Estudar. Agora, ela quer aliar o conhecimento acadêmico com a prática e melhorar o que já faz: “A minha meta é impactar cada vez mais alunos”.

Por GABRIELA VARELLA, na revista Época


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Escrever é uma necessidade vital, um fundamento sem o qual a comunicação perde em substância.
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sábado, 14 de outubro de 2017

Por que mulheres mais famosas do mundo cediam a Weinstein?

Modus operandi: Harvey Weinstein, como Bill Clinton, ficou tão poderoso que perdeu a noção de perigo (Nick Elgar/ImageDirect/Getty Images)
Grandes escândalos sexuais envolvendo poderosos têm um traço em comum: a facilidade com que vítimas ficavam a sós, no quarto, com predadores
Angelina Jolie ficou sozinha com Harvey Weinstein no quarto. Ele fez um avanço, pediu uma massagem, ela recusou. “Decidi nunca mais trabalhar com ele e avisar outras quando fizessem isso.” Não se sabe quem ela avisou, mas não faltaram “outras” que subiam à  suíte no Peninsula, em Beverly Hills, um dos hotéis que ele usava como base.
Era esperta, desafiadora e acostumada ao mundo do cinema – o pai dela é o ator Jon Voigt. Outra filha de nomes conhecidos em Hollywood que passou por um apuro semelhante é Gwyneth Paltrow. A mãe é a eternamente conservada atriz Blythe Danner, o pai foi um produtor conhecido, Bruce Paltrow. É afilhada de Steven Spielberg.
Numa notável coincidência, Gwyneth contou sobre o assédio para seu namorado na época, Brad Pitt. Anos depois, ele se casaria com Angelina Jolie. Pitt deu um aperto no poderoso produtor da Miramax, uma fábrica de produzir Oscars.
Um aperto muito de leve, uma vez que depois do episódio ainda faria dois filmes produzidos por Weinstein. Duas mulheres com quem ele dividiu a intimidade haviam sido assediadas grosseiramente, mas alguma coisa falou mais alto.
O toque de Midas de Weinstein tinha um poder quase hipnótico. Muitas jovens atrizes podem ter sido surpreendidas pelas investidas grosseiras dele, mas a certa altura todo mundo sabia o que significa “ir até a suíte”.
A linda Kate Beckinsale disse que conseguiu sair ilesa de cinco visitas desse tipo. Quem vai a cinco encontros que sabe como vão terminar? É uma aposta.  A francesa Léa Seydoux também entendia a jogada do “drinque na suíte”.
“Era difícil dizer não porque ele era tão poderoso. Todas as meninas tinham medo dele”, escreveu ela. “Logo a assistente saiu e ficamos só nós dois. Foi aí que ele começou a perder o controle.”
Apesar do assédio, Gwyneth Paltrow também continuou fazendo filmes bem sucedidos com o homem que a havia tirado da massa de lindas, jovens e talentosas atrizes para o topo das “oscarizadas”.
Pelo menos 30 mulheres já deram depoimentos sobre assédio contra Weinstein, desde uma abusada passada de mão até a violação completa. O FBI está investigando se pode abrir um processo por estupro em pelo menos três casos.
Um deles é o de Asia Argento, uma atriz italiana que, aos 21 anos, foi levada para uma festa da Miramax. Festa de Um só: Harvey Weinstein. No mesmo ritual, pediu uma massagem. Agarrou-a e fez sexo oral forçado.
A história fica mais estranha ainda. Asia, que hoje namora o chef Anthony Bourdain, passou a ter um caso consensual com Weinstein. E tem mais: depois, ela dirigiu um filme em que um produtor estupra uma atriz. Weinstein achou graça.
Como uma daquelas séries que tem no mínimo três guinadas por capítulo, a trama fica cada vez mais enrolada. O depoimento de Asia Argento, entre outras, aparece numa reportagem da revista New Yorker escrita por Ronan Farrow.
Ele é o filho biológico da atriz Mia Farrow e do diretor Woody Allen, protagonista do maior escândalo sexual de Hollywood até a eclosão do caso Weinstein. Allen teve um caso secreto, depois assumido e finalmente sacramentado em cartório com a filha de Mia, Soon-Yi, adotada na Coreia do Sul.
Mia depois acusou Allen de ter abusado de outra filha adotiva, Dylan, quando tinha apenas sete anos. O mundo do cinema se dividiu em duas partes: uma, majoritária, que achava que era tudo vingança de Mia, que está bem longe de parecer uma pessoa equilibrada. A outra nem abriu a boca.
Woody Allen de alguma maneira era como Harvey Weinstein: um homem capaz de projetar uma atriz banal para o universo rarefeito das protagonistas de seus filmes. E de usar sua reputação profissional para tentar conquistar mulheres lindas que, em circunstâncias normais,  sequer olhariam para eles.
Nenhuma atriz convidada disse não, mesmo depois que Dylan, já adulta, escreveu um artigo no New York Times com detalhes sórdidos.
O caso Weinstein já entrou na fase dos desdobramentos. A Amazon colocou em licença o diretor de seus estúdios, Roy Price, acusado pela atriz Rose McGowan de ter ignorado o relato que ela fez dos avanços de Weinstein.
Ben Affleck condenou em termos bem cuidadosos o comportamento de Weinstein – e imediatamente foi acusado de ser do mesmo tipo “mão boba”. Uma maquiadora deu detalhes de um episódio.
Os dois maiores escândalos sexuais na política nos últimos tempos, o de Bill Clinton e o de Dominique Strauss-Khan,  envolveram exatamente o mesmo tipo de comportamento.
Clinton costumava entrar em qualquer ambiente já procurando a mulher que ia atacar. Na maioria dos casos, elas  concordavam alegremente com os avanços do político carismático e bonitão, mas houve denúncias de abuso e violência.
A mais conhecida envolve uma mulher hoje com 74 anos, Juanita Broderick. Ela diz que queria colaborar com a campanha dele, marcaram um encontro e ele sugeriu subir ao quarto dela. A própria Juanita reconhece que foi absurdamente ingênua.
Os casos de Clinton foram todos expostos, em detalhes constrangedores, quando o episódio com a estagiária Monica Lewinsky quase o derrubou.
Acusado de estuprar uma camareira num hotel em Nova York, Dominique Strauss-Khan perdeu o cargo de diretor do FMI e a chance considerada garantida de ser eleito presidente da França.
Como Clinton, Strauss-Khan se jactava de entrar em qualquer lugar, mirar numa mulher e mandar mensagens de texto que conduziam direto para o sexo consensual.
Todas as atrizes que agora estão denunciando as atitudes agressivas de Harvey Weinstein demonstram um modus operandi muito parecido. Achavam que conseguiriam controlar a situação sem criar animosidade com um dos produtores mais poderosos do mundo.
É uma barganha que  muitas mulheres fazem em outras situações. Pena que, justamente em Hollywood, ninguém tenha se lembrado da habilidade de Sharon Stone com um picador de gelo em Atração Fatal.
Por Vilma Gryzinski, na Veja.com.br


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É o que comprova estudo realizado pela Universidade de Auckland, na Nova Zelândia. Os pesquisadores chegaram à conclusão que a prática da escrita atua na redução dos hormônios vinculados ao estresse, melhora o sistema imunológico, auxilia na recuperação do equilíbrio físico e emocional.  
Este livro disponibiliza uma exclusiva metodologia para a elaboração do texto criativo. Destina-se aos que tenham interesse em aprimorar a expressão através da escrita: trabalhadores e servidores públicos, gestores que atuam nos setores privado e estatal, empresários e empreendedores, lideranças políticas e sociais, professores e estudantes, sem perder de vista as pessoas comuns, o público em geral, porque qualificar as formas de interagir com o outro deve ser um objetivo estratégico acolhido por todos.     
A utilização da técnica ‘Moving Letters’ possibilita que a atividade ‘escrever bem’ se coloque ao alcance de qualquer um. O método, ancorado nos princípios do planejamento estratégico – de maneira gradual e progressiva – conduz o leitor pelos universos que podem levá-lo à carreira de escritor.  Caso a opção seja escrever um livro, por exemplo, a metodologia auxilia na definição dos temas, na estruturação das tramas, na caracterização das personagens, na coesão do enredo, na consistência dos conflitos, na lapidação do texto, desenvolvendo as habilidades necessárias para a elaboração da adequada escritura.
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